
Ter os dias com futuro, com o tamanho que abrem, e depois o resto, vê-los parte de um enredo maior, uma sucessão de momentos, esperas e nexos, uma espécie de casa que habita como é habitada, com a esquadria e o ritmo das coisas. Este é o mundo a nossos pés, o trono que nos encontra, firme. Se há rebanhos, é provável que haja lobos.
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